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Uma virtude chamada paciência

Por Administrador | 06/03/2017

“Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração”.
Romanos 12.12

Saber esperar é na verdade uma das virtudes que precisamos desenvolver, a todo custo.  Isto porque, à medida que aprendemos a esperar o tempo certo de tomarmos decisões, eliminamos um dos principais problemas do ser humano, “a precipitação”. Muitos por não ter esta virtude, tomaram decisões precipitadas e hoje estão pagando um preço altíssimo. A este respeito, Jesus nos ensinou que: “Na paciência possuí a vossa alma”. (Lucas. 21.19). Assim, temos que cultivar uma esperança persistente e uma paciência que nos leve a resistir na hora da adversidade. Aliás, a bem da verdade, a palavra paciência no grego, é “hupomone” que significa resistência. Então, quando somos afligidos pelos problemas da vida, precisamos Ter a referida resistência, para suportar o dia mau, e em nome de Jesus vencê-lo.



A paciência do cristão tem raízes na esperança da vitória de Jesus Cristo. Então, se paciência e esperança andam juntas, é preciso saber que se Jesus, soube esperar e venceu da mesma forma, todos aqueles que esperam Nele, haverão de vencer também.  Não se alcança a vitória por nossos próprios méritos ou por nossas ações bem planejadas e executadas. O Senhor da história está presente nos acontecimentos e Ele é o Autor da própria esperança e Consumador da nossa fé (Hebreus 12.2). Não demonstramos esperança e paciência, quando somos guiados pela ansiedade. O que se espera do cristão é a paciente expectativa de caminhar com seus irmãos para a realização da vontade de Deus. Outro aspecto que precisamos destacar é que apesar de todo o cansaço que a jornada cristã produz naqueles que caminham, é preciso persistir com a esperança de que Cristo permanece conosco. Ele tem demonstrado o quanto é tolerante com a nossa falta de fé, de compromisso, de discernimento, de amor, de respeito pelos demais, de crença no trabalho dos outros, de tolerância com os fracos, e tantas outras faltas. O que seria de nós se Jesus não tivesse tanta paciência conosco?


Assim, caros leitores, precisamos desenvolver a tolerância pela paciência, especialmente em nossos dias, extremamente marcados pela falta de tolerância, nos mais diferentes seguimentos da sociedade. Falta paciência, no trato com os filhos, com a esposa, com o marido, com os velhos, que depois de ter dado tudo pela família, nem sempre  conta com a paciência de seus familiares, no final da vida. Portanto, é preciso  reconhecer  que a ação de Deus acontece na trajetória do seu povo, na medida que aprendemos a aguardar o desfecho da realização da vontade do nosso Deus e não  apenas  nos sintomas dos acontecimentos. Isto pode ser ilustrado da seguinte forma: “Não se pode dizer onde está o formigueiro quando se segue apenas uma formiga, mas deve-se olhar toda uma legião em movimento para se saber a direção do formigueiro”. Da mesma forma é preciso saber acompanhar as necessidades e fragilidades do povo que caminha. Devemos com esperança e paciência, caminhar de modo que sejamos aprovamos pela atitude sensata de aguardar em Deus. Foi justamente por causa disto que inspirado por Deus, o apóstolo Paulo nos aconselhou de forma brilhante: “alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração”.

 

Deus vos abençoe.

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